Política

Após os péssimos resultados nas pesquisas, governo Lula prepara ofensiva para reverter a reprovação

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Governo aposta em propostas econômicas destinadas para a população trabalhadora  |   Bnews - Divulgação Wagner Meier/Getty Images

Publicado em 06/06/2025, às 06h30 - Atualizado às 06h30   Rebeca Santos



Diante dos resultados das pesquisas de opinião divulgados nesta semana, que mostraram índices negativos para o governo, assessores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) acreditam que maior exposição do petista e a recuperação econômica podem reverter a queda em sua popularidade.

O levantamento Genial/Quaest, divulgado esta semana, revelou que a desaprovação do governo atingiu 57%, o pior número do mandato. O índice permaneceu estável em relação ao último estudo, que apontava 56% de rejeição.

Anteriormente, no final de maio, uma pesquisa da AtlasIntel já havia registrado alta desaprovação, de 53,7%. Já no fim de abril, o Paraná Pesquisas indicou que a reprovação ao governo Lula ultrapassava os 57%.

Retomando os dados da Genial/Quaest, outra parte da sondagem mostrou que Lula empataria com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e outros quatro nomes da direita em um possível segundo turno.

O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) associou os resultados ao aumento nos preços dos alimentos nos últimos meses e afirmou que a tendência é de melhora nas próximas pesquisas.

“Nós deveremos ter uma safra recorde, o que deve cair o preço de alimentos e também inflação. Tivemos um aumento do dólar muito forte, chegamos a R$ 6,20, que afeta a inflação. Ele já caiu para R$ 5,70. É um outro momento, tenho absoluta convicção de que nas próximas avaliações esse quadro deve melhorar”, avaliou o vice-presidente.

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