Política
A Bahia é um dos três estados no qual a Assembleia Legislativa é presidida por mulheres no Brasil. Em março, Ivana Bastos (PSD) tomou posse como presidente da Alba e se tornou a primeira mulher a chefiar o Legislativo baiano em 190 anos de história.
Além da Bahia, os Legislativos do Amapá e do Maranhão são outros liderados por uma deputada estadual. Alliny Serrão (União Brasil) foi reeleita presidente da Assembleia do Amapá em votação unânime. Formada em direito, ela foi vereadora em sua cidade natal, Laranjal do Jari (AP), antes de se tornar deputada estadual.
No Maranhão, por sua vez, Iracema Vale (PSB) é quem comanda o Legislativo. Nascida na capital São Luís, filha de taxista e professora e mãe de dois filhos, ela atuou como enfermeira e funcionária pública federal. Na política partidária há três décadas, foi a deputada estadual mais votada do Maranhão em 2022, com 105 mil votos. As informação são da Folha de SP.
No âmbito federal, a Câmara e o Senado nunca tiveram presidentes mulheres. Até 2021, nenhuma mulher nem sequer havia concorrido para a presidência do Senado. Na Câmara, a primeira candidatura ocorreu em 2013.
O Brasil atualmente ocupa a posição 135 do ranking da atuação de mulheres em Assembleias Legislativas, segundo um levantamento elaborado pelo TSE. O país com mais representação feminina no âmbito legislativo é Ruanda, com 63,7% de integrantes mulheres. Iêmen, Tuvalu e Omã empatam na última posição, 182, com zero representatividade feminina.
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