Política
O Banco do Brasil apresentou uma denúncia à Advocacia-Geral da União (AGU) a respeito de postagens com informações falsas sobre o banco feitas na última semana e que incitavam a retirada de recursos dos correntistas.
A presidente da instituição, Tarciana Medeiros, fez reclamações públicas sobre esse movimento sem citar nomes. Os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, atribuíram a campanha nas redes sociais a bolsonaristas.
Um dos conteúdos é um vídeo do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) em que ele afirma que "o Banco do Brasil será cortado das relações internacionais, o que o levará à falência". Eduardo tem mais de 1,7 milhão de seguidores em seu canal no Youtube.
Outros conteúdos também seguem a mesma linha como o do deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) e do advogado Jeffrey Chiquini, que defende o ex-assessor da Presidência do governo Jair Bolsonaro Filipe Martins.
A nova estratégia consiste em coagir, ameaçar e colocar instituições financeiras integrantes do Sistema Financeiro Nacional, notadamente o Banco do Brasil, contra o Supremo Tribunal Federal", afirma o BB em ofício.
"O cenário de risco é que, do dia para noite, e cada vez mais, surgem especialistas em Lei Magnitsky, formados em redes sociais, que recomendam a retirada de recursos de bancos brasileiros, especialmente do Banco do Brasil, controlado pelo Estado brasileiro", continua o comunicado do BB.
Esse raciocínio enviesado, que pode fomentar uma corrida de clientes para retirada de recursos de instituições financeiras brasileiras, sem qualquer conhecimento de causa, gera tensão em seus clientes e risco à economia nacional.", acrescentou a instituição.
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