Política
Publicado em 28/08/2024, às 10h46 Cadastrado por Yuri Pastori
A deputada Benedita da Silva (PT) e o presidente da Embratur, Marcelo Freixo (PT), destinaram R$ 2 milhões em emendas parlamentares para projetos de uma ONG suspeita no Rio de Janeiro. A ex- diretora da organização foi pré-candidata pelo PT nas eleições deste ano. As informações são do Uol.
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Lorena Zacarias, conhecida como Lorena Madrinha, foi diretora-executiva da ONG Promacom até junho deste ano. Ela chegou a ser pré-candidata do PT à Prefeitura de São João de Meriti (RJ), na Baixada Fluminense, mas retirou a candidatura.
Ainda de acordo com o Uol, a ONG teria usado em 2022 os recursos das emendas de Freixo (R$ 1,1 milhão) e de Benedita (R$ 977 mil) para repasses a empresas de fachada e pagamentos de serviços sem comprovação.
Os projetos foram executados pela Ong no segundo semestre de 2023. O Tribunal de Contas da União (TCU) suspendeu em janeiro os pagamentos de projetos em que foram usados os recursos de Benedita (rodas de conversa sobre questão racial), alegando "claros e suficientes indícios de que os valores públicos podem estar sendo mal utilizados".
Entre 2021 e 2023, a Promacom foi uma das Ongs suspeitas de desvio de recursos de emendas denunciadas pelo Uol. Freixo disse que acompanha os projetos e que a fiscalização cabe também aos órgãos federais. Benedita não respondeu aos contatos do Uol. A Promacom informou que os repasses estão sob análise e que Lorena e o seu marido Paulinho do Sindicato (PT) não participaram da captação de recursos.
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