Política

BNews 15 anos: Conheça a trajetória de Dilma Rousseff anos depois de ser eleita presidente do Brasil

Marcelo Camargo/Agência Brasil
No especial de aniversário do BNews, trouxemos os principais destaques que cobrirmo da carreira da primeira mulher presidente  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 10/09/2025, às 06h00



Em 2025, ano em que o BNews celebra 15 anos de existência, uma série de reportagens com casos que foram destaque no ano de fundação do veículo ganharão um destaque especial. Como é o caso da eleição de Dilma Rousseff, que em 31 de outubro de 2010, foi a primeira mulher eleita presidente do Brasil.

Ela se elegeu pelo Partido dos Trabalhadores (PT), como a substituta do presidente Luíz Inácio Lula da Silva (PT). Entretanto, sua gestão à frente do Brasil terminou em um impeachment, mesmo que ela continue sendo presidente, mas não do país. A equipe do BNews te mostra agora, como Dilma saiu de líder do Brasil para liderar o banco do BRICS. 

Primeira mulher na presidência

Em uma eleição considerada histórica, Dilma Rousseff se tornou a primeira mulher a ser eleita para o cargo de chefe do executivo nacional, conquistando 55,59% dos votos no segundo turno, enquanto seu opositor da época, José Serra (PSDB) , recebeu 44,41%. Dessa forma, ela assumiu a Presidência da República no dia 1º de janeiro de 2011. quando iniciou seu primeiro mandato. 

A aprovação da petista durante os quatro anos de gestão a fez ser reeleita em 2014, para o segundo mandato, em uma eleição acirrada, na qual disputou com Aécio Neves (PSDB). Ela venceu a disputa eleitoral com uma diferença de 3 pontos percentuais de seu adversário, sendo reconduzida ao posto em 2015, para seu segundo mandato, que durou apenas 2 anos. 

No segundo ano de mandato, a presidenta teve que enfrentar diversas manifestações e o desgaste de sua imagem, devido a Operação Lava Jato, que entre os principais investigados, estava o ex-presidente Lula. A gestora passou a ser acusada de também estar envolvida, além de ser acusada de desrespeito a lei orçamentária e improbidade adminstrativa, que resultou em seu impeachment, oficializado em agosto de 2016

A vida depois do Impeachment

Depois da deposição, a ex-presidenta acabou sendo acusada, em 2017, pela Procuradoria-Geral da República (PGR), por participar de uma organização criminosa e de obstrução da Justiça. A acusação foi em decorrência da nomeação de Lula, na época investigado por corrupção, para se tornar ministro da Casa Civil. Em 2019 foi absolvida das acusações. 

Em 2018, ela voltou ao cenário político, se lançando como senadora pelo estado de Minas Gerais, mas acabou sendo derrotada, ficando em quarto lugar. 

Dilma manteve sua militância política mesmo não estando ocupando um cargo político, tendo voltado ao cenário nacional em 2023, quando o presidente Lula, agora no seu terceiro mandato como presidente, a indicou para presidir o Novo Banco de Desenvolvimento (NBD), instituição ligada o BRICS, sendo reconduzida ao cargo em 2025, por indicação de Vladmir Putin.

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