Política
por Héber Araújo
Publicado em 04/09/2025, às 08h00
Carioca com alma baiana, Jaques Wagner (PT), foi reeleito governador da Bahia em 3 de outubro de 2010, com uma vantagem de 4 milhões de votos. 15 anos depois o hoje senador da República se vê em meio a uma crise política, que envolve a chapa para o Senado nas eleições de 2026, onde pretende se reeleger.
Em 2010, o político foi reeleito com 63% dos votos válidos para seu segundo mandato, em uma disputa que contou com o ex-ministro de Lula (PT), Geddel Vieira Lima (MDB). Mesmo sendo de sua base de apoio, o então presidente escancarou seu apoio ao correligionário.
Lula e Wagner são amigos de longa data, tendo se conhecido durante movimentos sindicais ocorridos na Bahia, especialmente durante a ditadura militar. Juntos fundaram o Partido dos Trabalhadores (PT), tornando Jaques o primeiro presidente do partido na Bahia, durante os anos 90.
Nos dias de hoje, o senador da república enfrenta novamente um aliado político, membro da mesma base governista, por causa de um cargo político, dessa vez no Senado Federal: Angelo Coronel (PSD). Os políticos têm se estranhado nos últimos meses, após o ex-governador e ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), declarar que pretende lançar candidatura ao senado.
A declaração de que ambos os petistas se uniriam em uma chapa “puro sangue” para as eleições de 2026 gerou diversas críticas e rumores de um racha entre o PSD e o PT. O próprio Coronel chegou a afirmar que tem conversado com o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (União Brasil), principal nome da oposição na Bahia, o que levantou rumores de nova aliança política.
Apesar disso, o senador Otto Alencar (PSD), líder da sigla na Bahia, e o governador do Estado, Jerônimo Rodrigues (PT), têm minimizado a richa, tentado abafar o assunto. Segundo eles, qualquer decisão definitiva só ocorrerá em 2026.
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