Política

BNEWS na posse do STF: governador analisa cenário nacional e projeta seu futuro político: “pacificar o país”

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Pré-candidato à presidência da república, o governador de Goiás revelou que defende pauta da anistia  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Claudia Cardozo

Publicado em 29/09/2025, às 21h05 - Atualizado às 21h27   Claudia Cardozo e Aina Soledad



Em conversa com a imprensa durante a posse do novo presidente do Superior Tribunal Federal (STF), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (UB) se posicionou sobre a delicada situação do correligionário, o Ministro Sabino, do União Brasil, no governo Lula (PT) e as dinâmicas políticas em ebulição no cenário nacional.

No que tange à controvérsia envolvendo o Sabino e a exigência de seu partido para que deixasse o governo, Caiado revelou: "A posição do presidente [do União Brasil] foi muito clara. Ele foi e entregou a carta ao presidente [Lula], a certa renúncia do ministério. Ele já não tem mais nenhum compromisso com o governo. Ele já entregou a carta de demissão. Se o presidente não quer aceitar a carta, é outro problema”, contou.

Quanto à possibilidade de um acordo entre Lula e o União Brasil para a permanência de Sabino, Caiado descartou a hipótese: "Não vejo. Até porque o próprio presidente já declarou que realmente não é afeito a conversar com o governo."

Caiado também teceu comentários sobre o futuro político do Governador Tarcísio, após sua visita ao ex-presidente Jair Bolsonaro: "Eu analiso como sendo candidato, pré-candidato a presidente da República. Analiso sim a posição do governador Tarcísio”, disse, ao acrescentar que o presidente Lula tem a máquina nas mãos e vai “usá-la com outra turbulência”. Caiado afirmou que será um fator inibidor de outras lideranças e outros cargos se posicionarem frontalmente como uma máquina do governo federal.

Pré-candidato à presidência da república, Caiado pretende levantar a bandeira da anistia. “Essa proposta é publicitária. Ela faz com que as pessoas votem em um candidato sabendo o que ela vai fazer. E eu vou fazer no sentido de pacificar o país. Sempre disse isso”, afirmou.

Assista a entrevista completa:

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