Política

Boulos diz que dono da Ultrafarma preso em operação é amigo do prefeito de SP

Reprodução/ Ultrafarma
Empresário foi preso em operação do MPSP que investiga corrupção ativa e passiva  |   Bnews - Divulgação Reprodução/ Ultrafarma
Bernardo Rego

por Bernardo Rego

Publicado em 12/08/2025, às 15h43



O deputado federal Guilherme Boulos (PSOL) usou as redes sociais nesta terça-feira (12) para comentar sobre a prisão do empresário e dono da rede de farmácias Ultrafarma, Sydney Oliveira.

Ele é suspeito de envolvimento em um esquema de corrupção com a participação de auditores fiscais tributários da Secretaria de Estado da Fazenda. Boulos diz que o empresário é amigo do prefeito de São Paulo, inclusive dando apoio nas últimas eleições municipais.

De acordo com o G1, um fiscal de tributos estadual manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários às empresas, e como propina, recebia pagamentos mensais de mais de R$ 1 bilhão por meio de uma empresa registrada em nome de sua mãe.

Foram cumpridos três mandados de prisão temporária, incluindo o de um fiscal de tributos estadual, apontado como o principal operador do esquema, e os de dois empresários, sócios de empresas beneficiadas com decisões fiscais irregulares.

Além das prisões, os agentes deram cumprimento a diversos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais dos alvos e nas sedes das empresas investigadas.

Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro. De acordo com o MP, essa ação acontece depois de meses de trabalho investigativo, com análise de documentos, quebras de sigilo e interceptações autorizadas pela Justiça.

A operação é fruto de meses de trabalho investigativo, com análise de documentos, quebras de sigilo e interceptações autorizadas pela Justiça. Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

Outro executivo que também foi alvo do combate à corrupção envolvendo auditores fiscais tributários do Departamento de Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda é Mario Otávio Gomes, da Fast Shop. O diretor estatutário da empresa foi detido em um apartamento na zona norte da capital.

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