Política
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência do Brasil, Guilherme Boulos (Psol), comentou as recentes troca de farpas com a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) que estão acontecendo nas redes sociais. Durante entrevista nesta quinta-feira (16), no programa Giro Baiana, da Baiana FM 89,3 e BNews TV, ele, que é deputado federal licenciado, relembrou o episódio iniciado no começo do mês após a parlamentar divulgar um vídeo acusando-o de ter baixa produtividade na Casa.
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Boulos se incomodou por ter sido apontado como um dos cinco parlamentares mais bem votados de 2022, mas que, durante seu mandato, só aprovou cinco projetos de lei.
"Do nada, de repente, me mostram lá um vídeo dela me comparando com Nikolas Ferreira, Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli. Eu não gosto de ser comparado com gente desse tipo não, rapaz", pontuou. "Primeiro eu não sei qual o critério. Talvez ela gostaria de estar lá entre os cinco mais votados. Não teve, é da vida. Vai ter a oportunidade de ter agora em 2026. O que eu respondi para ela foi de maneira muito direta. Eu não saio atacando ninguém. Agora, aqui, bateu? Levou", disse o ministro.
Vou ficar apanhando em praça pública? Sou cristão, sou formado em família cristã, batizado e crismado. Admiro muito a figura de Jesus em todos os sentidos, que lutou pela solidariedade e dividiu o pão. Agora dar a outra face não está no meu DNA", finalizou.
Questionado por um possível ciúme de outras figuras políticas por conta da sua proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Boulos ironizou. "Aí é caso de terapia. Quem está com ciúme, que vá para o divã. Eu tive a oportunidade de fazer meu mestrado em psiquiatria com formação em psicanálise. Eu recomendo muito para quem tiver questões com os seus sentimentos", comentou.
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