Política

Bruno Reis se pronuncia sobre polêmica dos cachês em Salvador; veja o que ele disse

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Bruno Reis enfatiza que eventos como o Festival Virada trazem benefícios econômicos para Salvador  |   Bnews - Divulgação Foto: Devid Santana / BNews
Andreza Oliveira e Natane Ramos

por Andreza Oliveira e Natane Ramos

Publicado em 27/12/2025, às 23h09 - Atualizado às 23h12



Neste sábado (27), o prefeito Bruno Reis marcou presença no Festival Virada Salvador e abriu o jogo sobre as críticas relacionadas aos cachês dos festejos de fim de ano na capital baiana. Ao todo, estão sendo pagos um total de R$ 13 milhões aos artistas neste ano.

Durante a coletiva de imprensa, o prefeito de Salvador refletiu sobre a polêmica, declarando que os cachês são uma forma de "investimento" na cidade. "Eu vi aí falando dos cachês que nós pagamos para as atrações. Primeiro que eu consegui o patrocínio, quase que gastei todos os cachês. Então na prática, né? São recursos privados", iniciou. 

"Mas o que a gente ganha é a promoção da imagem que eu já falei aqui, na geração de emprego e renda, o que a gente ganha com os nossos hotéis lotados, bares, restaurantes restaurantes, né, as pessoas consumiram nossos produtos típicos. E o que a gente arrecada por conta disso, acaba que no final do dia, um evento como esse, ele se torna investimento", declarou.

Bruno Reis reforçou que a Prefeitura teve uma "receita maior do que a despesa", reforçando que as medidas tomadas foram uma forma de investir na "transformação" da cidade. "Então, em um evento desse, a gente poderia passar o mês todo aqui falando dos benefícios que ele traz pra cidade. O ano de 2025 foi um difícil para todo mundo. Tantas batalhas, tantos desafios, problemas que foram enfrentados, situação política que vive o Brasil. Então, é mais do que é esperado, a gente às vezes até precisa um pouco disso, para as pessoas terem um momento aí de alegria, de felicidade, de diversão para fechar o ciclo e iniciar um novo ciclo do ano que vem, com fé em Deus, não será muito melhor do que esse que passou", relatou.

'Apartheid' no show de Roberto Carlos

O prefeito também comentou sobre as separações durante o especial de Roberto Carlos. "Quem queria ter um local especial, um camarote, uma cadeira, pagou por isso. Esse formato é assim, hoje, por exemplo, vocês vão ver que tem pessoas que estão no camarote que estão pagando para ter um local especial com serviço", explicou.

"Então, parte do show de Roberto Carlos foi pago por pessoas que queriam ter um local especial e serviço agregados e a outra parte foi paga por patrocinadores. Então, foi um cachê todo custeado pelo privado. Roberto não se apresenta com cachês pagos pelo poder público", relatou.

Bruno Reis destacou que o cachê de Roberto é mais alto. "É porque o cachê dele é um valor elevado, né, e se houvesse qualquer contratação, teria uma repercussão e eu acho que ele, por ser nosso rei, tá certíssimo", declarou.

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