Política

Caetano diz que oposição fez "teatro" ao acusar PM de supostas inferências nas eleições em Camaçari

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"Usaram a máquina de diversas formas, muita coisa foi registrada por nossa equipe", destacou o prefeito eleito Luiz Caetano  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Instagram
Carolina Papa

por Carolina Papa

carolina.papa@bnews.com.br

Publicado em 29/10/2024, às 19h51



O prefeito eleito em Camaçari, Luiz Caetano (PT), afirmou que a oposição fez um teatro ao acusar a Polícia Militar (PM) de supostas interferências no pleito municipal. Diante das reclamações do grupo ligado a Flávio Matos, o ex-secretário de Relações Institucionais do governo de Jerônimo Rodrigues (PT) acusou os adversários políticos de cometer “crimes eleitorais”. 

“Na verdade, fizeram um teatro que precisava da polícia presente [no pleito]. Eu solicitei a polícia. Eu solicitei ao estado que estivesse presidente [a Polícia] Federal, a Polícia Militar, a Polícia Civil para garantir uma eleição limpa para evitar a compra de voto no primeiro turno dentro das escolas”, disse Caetano, nesta terça-feira (29), em entrevista ao PodZé. 

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No domingo (27), imagens de uma abordagem policial truculenta a apoiadores de Flávio Matos repercutiram nas redes sociais. Para a atração, o petista ressalta que a presença da PM garantiu a “lisura” do procedimento eleitoral. 

Caetano acusou o prefeito Elinaldo de “usar a máquina” ao promover um “trabalho social” ao entregar cestas básicas “à noite” com a ajuda de pessoas vinculadas à prefeitura.  

“Eles colocaram indústria de cesta básica na cidade. A esposa do prefeito [Elinaldo] e outras pessoas vinculadas ao governo iam à noite entregar cestas básicas. [Ocorreram] crimes eleitorais abertamente. Eu nunca vi um trabalho social tão bem organizado. Usaram a máquina de diversas formas, muita coisa foi registrada por nossa equipe”, acrescenta. 

“A presença da Polícia Militar, da Federal inibiu a ação de crimes eleitorais na cidade. [Isso] nos proporcionou uma eleição mais transparente. O ex-prefeito de Salvador juntamente com o prefeito de Salvador [Bruno Reis] ficaram agredindo todo mundo. Eles achavam que o povo de Camaçari não tem sentimento, não sabe pensar politicamente e foram lá com agressões pesadas, desnecessárias de baixo nível, eles viram a resposta que o povo deu”, finaliza.

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