Política

Candidato a vereador é preso em operação contra atos do 8 de janeiro

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Operação investiga e identifica pessoas que financiaram e fomentaram o ato de 8 de janeiro  |   Bnews - Divulgação Reprodução/Redes sociais

Publicado em 16/09/2024, às 19h52 - Atualizado às 19h56   Victória Valentina



Um foragido da operação Lesa Pátria foi preso na tarde desta segunda-feira (16), na cidade de Blumenau, em Santa Catarina, onde é candidato a vereador. De acordo com o g1, trata-se de Dirlei Paiz (PL).

O candidato foi preso enquanto enquanto entregava material de campanha, por volta das 16h. A prisão preventiva do investigado havia sido decretada em 29/08/2024 pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

O preso foi encaminhado ao Presídio Regional de Blumenau, onde se encontra à disposição da Justiça.

Segundo o g1, Dirlei Paiz já havia sido preso em 17 de agosto de 2023. À época, o apoiador do ex-presidente Jair Bolsonaro pedia "intervenção federal" e chegou a ocupar a tribuna da Câmara de Vereadores de Blumenau para defender o acampamento montado diante do 23º Batalhão de Infantaria após as eleições de 2022.

Ele foi libertado em 6 de dezembro de 2023 e obrigado a usar tornozeleira eletrônica e proibido de usar redes sociais. Em agosto, porém, o diretório do PT em Santa Catarina disse ao STF Dirlei havia violado o veto ao uso das plataformas digitais.

A defesa, então, afirmou que ele havia sido hackeado, mas o argumento foi recusado, e Moraes determinou a nova prisão no fim do mês.

Lesa Pátria

A operação comandada pela Polícia Federal investiga financiadores, participantes e organizadores de atos golpistas no país, especialmente relacionados aos ataques às sedes dos Três Poderes em 8 de janeiro de 2023 em Brasília.

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