Política

Carlos Muniz diz que não há "pressa" para votar projetos encaminhados pelo Executivo

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Presidente da Câmara defendeu o rito "normal" para a apreciação das propostas despachadas  |   Bnews - Divulgação Devid Santana / Bnews
Carolina Papa

por Carolina Papa

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Publicado em 18/08/2025, às 18h58



O presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), afirmou que não há “pressa” para que os projetos enviados pelo Executivo sejam votados na Casa. Em entrevista à imprensa na tarde desta segunda-feira (18), o edil projetou que nenhuma proposta será apreciada antes de setembro. 

“Eu não tenho pressa nenhuma para que esses projetos sejam votados e nem o Executivo municipal nos deu pressa. Se eles tivessem algo de urgência, eles nos falariam e a gente colocaria na urgência urgentíssima. Colocariamos de uma forma para que fosse votado [o] mais rápido. [Os projetos] irão passar pelas comissões e cada comissão irá fazer seu trabalho normal para que os projetos de pós-comissão venham para a plenária e sejam votados”, destacou o presidente da CMS. 

Na sessão ordinária desta segunda foram lidos cinco dos 13 projetos encaminhados pelo Executivo. Carlos Muniz não descartou que a Câmara faça um “pacotão” de proejtos e aprecie tudo em um único dia. 

“Pode ser, não tem dificuldade de votar 15 projetos executivos. [...] Nenhum desses projetos será votado antes de setembro. Nenhum”, enfatizou.

“Todos os projetos que não foram lidos estão sendo analisados para nós sabermos o que nós estamos recebendo do Executivo. Todos vão ser lidos normalmente. Todos os vereadores terão acesso a todos os projetos e é natural que antes de nós colocarmos em plenário, nós tenhamos acesso [para ter a] certeza do que foi enviado”, acrescentou. 

Entre os projetos despachados estão dois empréstimos avaliados em R$ 500 milhões e U$ 140.000.000,00 (R$ 760 milhões na cotação atual), concessão de subsídio orçamentário ao transporte público coletivo e o reajuste no plano de carreira dos professores da rede municipal, motivo de desgaste na imagem de Bruno Reis (União Brasil) no início do segundo mandato do gestor à frente da prefeitura de Salvador. 

“[No] acordo feito entre o Executivo e os professores [...] foi sugerido que a APLB participasse de uma audiência pública com os vereadores. [...] É algo que é interessante que a gente faça o mais rápido possível para que um projeto, que é de suma importância, seja votado o mais rápido possível, mas precisamos de algumas coisas antes para que ele venha a ser votado”, complementou.

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