Política
Alvo principal da quinta fase da Operação Compliance Zero da Polícia Federal, o senador Ciro Nogueira (PP) teria sido beneficiado por diversos pagamentos do dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. A amizade, segundo investigadores, iria além da questão econômica. Diálogos rastreados pela PF apontam que Léo Serrano, um dos operadores de Vorcaro, discute o pagamento de viagens internacionais, hospedagens e refeições em restaurantes em favor do parlamentar.
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Na nova ação da PF, a investigação apura o recebimento de propina enviada pelo dono do Banco Master para que o parlamentar apresentasse medidas legislativas de interesse do banqueiro no Congresso.
Nogueira teria, segundo a Polícia Federal, instrumentalizado o "exercício do mandato parlamentar em favor dos interesses privados" do dono do Banco Master. A informação consta no relatório da PF descrito na decisão que embasou a operação desta quinta.
A investigação aponta o recebimento frequente de vantagens, como pagamentos mensais, compra de participação em empresa com desconto considerado elevado, pagamento de despesas pessoais e uso de bens de alto valor. Os agentes também confirmam que Ciro teria recebido pagamento em espécie.
Os trechos do relatório mostram conversas de Daniel Vorcaro com seu primo, Felipe Cançado Vorcaro, preso nesta quinta-feira (7).
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