Política
por Mariana Cedrim
Publicado em 28/03/2026, às 14h45 - Atualizado às 14h59
O Tribunal de Justiça da Bahia negou o pedido de suspeição apresentado pela defesa do deputado estadual Binho Galinha e manteve a juíza Márcia Simões Costa no caso.
Os advogados do deputado alegaram que houve um possível “pré-julgamento” limitando o debate no processo no momento em que a juíza negou a realização de uma perícia grafotécnica.
Já a magistrada explicou que o Código de Processo Penal permite ao magistrado indeferir provas consideradas irrelevantes ou protelatórias, sem que isso represente juízo antecipado de culpa.
Binho Galinha está preso desde outubro de 2025 e é apontado como líder de uma organização criminosa com atuação em Feira de Santana. As próximas audiências de instrução e julgamento vão acontecer nos dias 24 e 27 de abril de 2026.
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