Política
O deputado federal Chiquinho Brazão (sem partido) solicitou ao Supremo Tribunal Federal (STF) para ser colocado em prisão domiciliar para cuidar da saúde. Apontado como um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco, o parlamentar afirtmou ter perdido mais de 21 quilos desde que foi preso em março de 2024.
A defesa de Chiquinho Brazão aponta que o caso do deputado “é grave”. Os advogados argumentam que os cuidados oferecidos no presídio não atendem as necessidades do cliente.
“Não se desconhece que corriqueiramente internos perdem peso ao ingressarem em estabelecimento prisional, contudo, há que se convir que a perda de peso do postulante foi muito significativa e tem sido progressiva", informou a defesa de Chiquinho.
Um laudo médico emitido pela penitenciária federal de Campo Grande atestou que Chiquinho Brazão tem “alta possibilidade de sofrer mau súbito com risco elevado de morte”. O documento aponta ainda que o deputado tem alto risco cardiovascular, alta possibilidade de evolução do quadro para insuficiência renal, além de “oscilações importantes” causadas por diabetes.
"Não se desconhece que a concessão de regime domiciliar é excepcional, contudo, no presente caso, como ficou demonstrado, o postulante é portador de doenças graves que estão nitidamente fora de controle, de modo que é muito elevado o risco de eventos cardíacos graves, de perda súbita da capacidade renal e de morte”, alegam os advogados.
Agora, a avaliação do pedido para prisão domiciliar será feita pelo relator do caso no Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Classificação Indicativa: Livre
Imperdível
Super desconto
Café perfeito
famoso copo
Imperdível