Política
O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados aprovou, nesta quarta-feira (28), por 15 votos a 1 voto, o parecer que recomenda a cassação do mandato do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ). O parlamentar é acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora do Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018.
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De acordo com o relatório do caso, feito pela deputada Jack Rocha (PT-ES), Brazão cometeu quebra do decoro e é suspeito de ter obstruído a Justiça ao longo do inquérito que investigava o caso.
Agora, o texto que sugere a cassação de Brazão segue para o plenário da Câmara, onde será submetido a nova votação. Ainda não há previsão de quando isso ocorra. Até lá, a defesa do parlamentar pode recorrer à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
"Faz-se impositiva a perda de mandato para impedir que o representado faça obstruções à Justiça. Destaco a influência da família Brazão no Rio de Janeiro e a quebra do decoro parlamentar do deputado [...] As provas coletadas por este colegiado são aptas para apontar que o representado tem um modo de vida inclinado para a prática de condutas não condizentes daquilo que se espera de um representante do povo. Por todo o exposto, voto pela perda do mandato ", dizem trechos do relatório.
O deputado federal Chiquinho Brazão está preso desde março pelo suposto envolvimento no assassinato de Marielle. Segundo a Polícia Federal, o parlamentar e seu irmão, o conselheiro do Tribunal de Contas do Estado Domingos Brazão, foram os mandantes do homicídio da vereadora Marielle Franco.
Além dos irmãos Brazão, o ex-chefe da Polícia Civil do Rio Rivaldo Barbosa também foi preso preventivamente por ter supostamente atuado para que as investigações do caso não chegassem a Chiquinho e Domingos Brazão.
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