Política
O chefe da diplomacia do presidente Donald Trump, Marco Rubio, afirmou que o uso da Lei Magnitsky contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, foi um aviso para autores de “graves violações de direitos humanos”.
Nesta quarta-feira (30), através de um comunicado, Marco Rubio pontuou que “as togas judiciais não podem protegê-los” ao comentar sobre possíveis novas sanções contra outras autoridades brasileiras.
“O presidente Trump e o Departamento do Tesouro sancionaram o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, no âmbito do programa de sanções Global Magnitsky por graves violações de direitos humanos. Que este seja uma viso para aqueles que atropelam os direitos fundamentais de seus compatriotas — as togas judiciais não podem protegê-los”, disse o secretário em nota.
A Lei Magnitsky afeta, principalmente, os alvos por vias econômicas. Entre as medidas estão o congelamento de bens, empresas ou contas em instituições norte-americanas.
A sanção ocorreu após meses de articulação do deputado federal licenciado, Eduardo Bolsonaro (PL). O filho “03” de Jair Bolsonaro está nos Estados Unidos (EUA) desde fevereiro.
Durante a licença do mandato, o parlamentar buscou ajuda com o governo norte-americano para frear as investigações contra o pai no Supremo Tribunal Federal (STF) e destravar impasses sobre o projeto de lei da anistia.
No início de julho, o presidente Donald Trump anunciou a taxação de 50% contra produtos brasileiros como uma forma de pressionar a interrupção do julgamento de Bolsonaro no Supremo.
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