Política
A Comissão de Anistia do Ministério dos Direitos Humanos deve analisar, na próxima semana, conceder o status de anistiada política à ex-presidente Dilma Rousseff por conta dos abusos sofridos por ela durante a ditadura militar. As informações são do portal G1.
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Em 2022, ainda no governo Jair Bolsonaro, a comissão negou por unanimidade o reconhecimento de Dilma como anistiada e uma indenização mensal de R$10,7 mil. A defesa da ex-presidente recorreu, e é este recurso que deve ser analisado.
Ao remontar a comissão, o governo Lula anunciou que iria rever todos os pedidos indeferidos ao longo do governo Bolsonaro. O caso de Dilma deve ser o primeiro a ser pautado na pauta da sessão do próximo dia 22.
Dilma Rousseff foi militante de uma organização que combateu a ditadura militar. Em 1970, ela chegou a ser presa e torturada no período. Em 2022, a defesa da ex-presidente acionou a comissão para que fossem reconhecidas indenização e contagem de tempo para efeitos de aposentadoria do período em que ela esteve detida, até a promulgação da Lei da Anistia, ocorrida em 1979.
Segundo o pedido da defesa de Dilma, ela foi impedida de voltar ao curso de Economia na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e que foi pressionada a se demitir da Fundação de Economia e Estatística do Rio Grande do Sul, que teria sido uma exigência do Serviço Nacional de Informações (SNI), órgão de inteligência da ditadura.
Atualmente, Dilma mora na China, onde preside o Novo Banco de Desenvolvimento, também conhecido como "Banco do Brics”.
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