Política

Condenado pelo STF, presidente de instituto é considerado foragido pela PF

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Agentes da PF não localizaram Carlos Rocha em seu endereço em São Paulo, e sua defesa informou que ele mudou de local sem revelar onde está.  |   Bnews - Divulgação Reprodução
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 27/12/2025, às 14h06 - Atualizado às 14h06



O presidente do Instituto Voto Legal, Carlos César Moretzsohn Rocha, um dos dez alvos de prisão domiciliar decretadas neste sábado (27), não foi encontrado por agentes da Polícia Federal (PF) e foi considerado foragido.

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Os agentes da PF estiveram no endereço de Rocha em São Paulo, mas não o encontraram no local. A defesa dele informou que ele mudou de endereço e não quis passar o novo local onde reside.

"A sua defesa técnica foi informada pela Polícia Federal que havia mandado de prisão domiciliar e outras medidas ainda pela manhã. Ao tentar contato com Carlos Rocha, ele nos telefonou, informou que havia mudado de endereço, não declinou o novo e encerrou a chamada", diz a nota da defesa assinada pelos advogados Melillo do Nascimento e Gladys Nascimento.

Rocha integra o chamado "núcleo 4" da trama golpista investigada pelo Supremo Tribunal Federal (STF), responsável por questionar o resultado eleitoral e disseminar desinformação sobre as urnas eletrônicas de 2022.

Em outubro, ele foi condenado pela Primeira Turma do STF a 7 anos e 6 meses de prisão por organização criminosa armada e tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito.

O Instituto Voto Legal, presidido por Rocha, foi contratado pelo PL, partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, para auditar as urnas das eleições de 2022.

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