Política
por Daniel Serrano
Publicado em 10/06/2026, às 19h28 - Atualizado às 19h28
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro revelou que vai pedir ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, que prorrogue a prisão domiciliar humanitária concedida ao marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A prisão domiciliar humanitária foi concedida por Moraes a Bolsonaro em 24 de março, por um prazo de 90 dias, terminando no dia até o dia 25 de junho. A medida foi concedida após o ex-presidente passar mais de uma semana internado, tratando de uma broncopneumonia.
“Espero que ele continue em casa. Com certeza (pediremos mais tempo ao ministro), até porque ele (Bolsonaro) precisa estar em casa para pedir todos os cuidados. Um ano e dois meses com essa crise de soluço”, disse Michelle a jornalistas na saída de um evento.
Na noite desta quarta-feira (10), Moraes autorizou Bolsonaro a recebe a visita da nora, Fernanda Bolsonaro, esposa do senador Flávio Bolsonaro, e das filhas do casal.
Ao ser questionada sobre uma eventual ajuda na campanha à Presidência da República do enteado Flávio Bolsonaro, Michelle fez mistério e disse que tomará a decisão "no momento certo".
"No momento certo, com certeza. No momento agora, quem está precisando de apoio, de cuidados, é o meu marido", disse.
Michelle também fez mistério ao comentar sobre a sua pré-candidatura ao Senado pelo Distrito Federal nas eleições deste ano.
Segundo a ex-primeira-dama, ela não deve disputar as eleições enquanto precisar cuidar do marido.
“A prioridade é a minha casa, o meu marido. Eu não posso pensar no amanhã se hoje preciso estar firme e forte para cuidar dele. Ele quer muito (que eu concorra), mas acho que a minha contribuição eu já dei. Se eu tiver que ficar em casa cuidando dele, eu vou ficar”, revelou.
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