Política

Damico minimiza falta de bancada aliada na CMS: “não nos assusta”

Divulgação / PCB
Para o comunista, a população precisa participar mais dos debates sobre a cidade  |   Bnews - Divulgação Divulgação / PCB
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 24/07/2024, às 13h10



O pré-candidato à prefeitura de Salvador pelo PCB, Giovani Damico, tratou de minimizar a ausência de representantes de seu partido nas cadeiras da Câmara Municipal de Salvador (CMS).

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Em entrevista ao programa BNews Agora, na rádio Itapoan FM, o comunista garantiu que esta realidade não o “assusta” e defendeu uma maior participação da população de Salvador nas discussões sobre a cidade.

“É uma questão que não nos assusta. Às vezes, a gente olha para as esferas do poder público como se elas tivessem descoladas da sociedade. Se a Câmara de Vereadores tem determinada pauta que, por algum motivo, ela não quer discutir, a prefeitura está dizendo que ‘é importante’ e aí a Câmara de Vereadores não quer discutir e nós não temos maioria na Câmara de Vereadores. Para onde é que a prefeitura pode recorrer? Não é passar por cima da Câmara de Vereadores”, disse.

“Quem foi que botou os vereadores na questão local? A população. Então, esse é o agente que tá faltando ser convidado pra participar da política de nossa cidade. Por que a gente não se recorda em quem que a gente votou? Não é porque a pessoa não quer, é porque a pessoa passou quatro anos trabalhando, fazendo várias coisas e em nenhum outro momento, naquele período todo, ela foi chamada a participar das dinâmicas dessa cidade”, emendou

“Se nós tivermos trazendo uma política sensível para a população, e a população tiver de acordo com ela, e por algum motivo a Câmara de Vereadores não, a gente vai chamar a sociedade civil pra cobrar, pra discutir, vamos lá chamar o vereador que você elegeu, vamos lá chamar a imprensa, e aí a gente bota um debate público efervescente nessa cidade e, certamente, a Câmara de Vereadores vai ser sensibilizada a partir do momento em que quem a colocou no poder participe dos rumos do que é decidido ali’, finalizou.

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