Política
Publicado em 19/02/2025, às 08h24 Rebeca Santos
A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) emitiu um comunicado, nesta terça-feira (18), em resposta à denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR), que o indiciou, junto a outras 33 pessoas, por suspeita de envolvimento em uma suposta tentativa de golpe de Estado.
Em nota, a defesa afirmou ter recebido a denúncia com "estarrecimento e indignação".
“A defesa do Presidente Jair Bolsonaro recebe com estarrecimento e indignação a denúncia da Procuradoria-Geral da República, divulgada hoje pela mídia, por uma suposta participação num alegado golpe de Estado”, diz trecho da nota divulgada à imprensa.
A equipe jurídica reforçou que Bolsonaro "jamais compactuou" com qualquer ação que visasse minar o Estado Democrático de Direito.
Sobre as investigações da Polícia Federal (PF) que fundamentaram a denúncia da PGR, a defesa criticou o processo, afirmando que durou dois anos e incluiu medidas cautelares consideradas "invasivas".
A defesa questionou a custódia preventiva de apoiadores próximos a Bolsonaro, argumentando que não foram encontrados elementos que o vinculassem à suposta trama golpista.
“Não há qualquer mensagem do Presidente da República que embase a acusação, apesar de uma verdadeira devassa que foi feita em seus telefones pessoais”, acrescentou a defesa.
A denúncia da PGR foi classificada como "inepta" pela defesa, que apontou contradições no texto divulgado e afirmou que o caso se baseia em uma "delação premiada diversas vezes alterada, por um delator que questiona a sua própria voluntariedade".
“O Presidente Jair Bolsonaro confia na Justiça e, portanto, acredita que essa denúncia não prevalecerá por sua precariedade, incoerência e ausência de fatos verídicos que a sustentem perante o Judiciário”, finalizou a defesa.
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