Política
O advogado de Luiz Phillipi Mourão, suspeito de articular medidas contra desafetos do banqueiro Daniel Vorcaro, afirmou nesta quinta-feira (5) que não foi aberto protocolo de morte cerebral para o cliente, internado em estado gravíssimo em Hospital João XXIII.
Segundo o advogado Robson Lucas da Silva, Mourão, conhecido como "Sicário", permanece internado no CTI (Centro de Terapia Intensiva) da unidade de saúde, mas não houve piora clínica que justificasse a abertura do protocolo.
“O quadro permanece. O estado é grave. Não houve nenhuma evolução. Ele não melhorou, mas também não piorou”, afirmou.
De acordo com o advogado, a abertura do protocolo de morte cerebral depende da evolução do quadro clínico do paciente e de manifestações neurológicas específicas, o que ainda não ocorreu.
“A condição clínica atual não é indicativa de abertura do protocolo. Essa abertura do protocolo depende da manifestação clínica, da evolução para pior e isso ainda não houve. Não se chegou ainda a esse momento, espero que não se chegue, mas os médicos ainda não têm, de acordo com a literatura médica, condição de abrir esse protocolo”, declarou.
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