Política

Deputada relata sofrimento de prefeitos em reunião com a Petrobras; saiba detalhes

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A deputada federal participou de reunião com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates  |   Bnews - Divulgação Divulgação

Publicado em 13/03/2023, às 17h13   Cadastrado por Edvaldo Sales



A deputada estadual Ludmilla Fiscina (PV) relatou, durante reunião com o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, na manhã desta segunda-feira (13), na Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), o sofrimento dos prefeitos do Agreste e Litoral Norte baiano após a interrupção das atividades do Polo Bahia Terra no início de dezembro de 2022.

Estamos todos muito angustiados porque, primeiro, existe uma perda referente ao IBGE, que a gente sabe que influencia por causa do planejamento, e também sobre os royalties. São duas situações distintas, mas que influenciam no planejamento dos municípios. Estamos muito preocupados porque são famílias, são pessoas que estão nos procurando para voltar a trabalhar”, disse Fiscina.

A paralisação das atividades determinada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) inviabilizou a operação de 37 instalações terrestres de produção de petróleo e gás no Polo Bahia Terra, prejudicando a economia de municípios da região, como Alagoinhas, Cardeal da Silva, Esplanada, Entre Rios, Catu, São Sebastião do Passé e Araçás.

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De acordo com Fiscina, os prefeitos estão ansiosos pela retomada do Polo Bahia Terra. “Por isso, quero aqui conclamar os colegas deputados para que possamos debater, planejar e avançar com essa discussão para que possamos dar uma resposta a esses prefeitos e à população. Coloco-me à disposição como deputada eleita da região, pois sei de perto o sofrimento dos prefeitos”, disse a deputada.

A reunião contou com as presenças de deputados, além de prefeitos e vereadores da região Agreste e Litoral Norte, como o prefeito de Alagoinhas, Joaquim Neto.

Quem tem a sua dor é que geme. E nós estamos gemendo. [...] Então nós temos que fazer essa força para que o Nordeste seja ouvido, visto que a nossa Bahia tão importante foi para a eleição do presidente Lula. Alagoinhas mesmo vai perder mais de R$ 1 milhão de receitas só em dois meses. Então é uma preocupação constante e esses prefeitos que aqui estão querem sair daqui com o sinal positivo”, disse Joaquim Neto.

No último domingo (12), Prates utilizou o Twitter para garantir que a estatal vai seguir com as suas atividades na Bahia. Na publicação, ele revelou que esteve com representante de funcionários e aposentados da companhia em Salvador e recebeu as demandas dos funcionários do Polo da Bahia.

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