Política
Gilvan da Federal (PL-ES) poderá ter seu mandato cassado, após o Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Deputados instaurar inquérito devido ao comportamento do político. O parlamentar chamou a ministra Gleisi Hoffmann de “amante” durante uma sessão na Câmara.
A deníncia aponta que o parlamentar fez insinuações “abertamente ultrajantes, desonrosas e depreciativas”. O Conselho de Ética também considerou que o as acusações contra a ministra exerceram “o direito constitucional à liberdade de expressão”, ainda ofendendo a “dignidade da Câmara dos Deputados”.
A defesa do político respondeu apontando que a representação é genérica e imprecisa e pontuou que a confusão começou com uma atitude de Lindberg Farias, líder do PT na Câmara.
Atualmente, o parlamentar está com o mandato suspenso, após determinação do Conselho, justamente pelas críticas feitas contra Gleisi. O afastamento foi assinado pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), determinando que Gilvan fique cerca de 90 dias (três meses) afastado das funções parlamentares e sem salário, estipulado em R$ 46 mil.
Gilvan chamou a ministra das relações institucionais de “Amante”, ainda afirmando que ela deveria ser “uma prostituta do caramba”, fazendo ainda uma referência a um apelido dado a ela durante uma suposta planilha de beneficiados por valores repassados pela Odebrecht.
“Na Odebrecht, existia uma planilha de pagamento de propina para políticos. Eu citei aqui o nome de Lindinho [Lindberg Farias], de amante – que deve ser uma prostituta do caramba – aí teve um deputado aqui que se revoltou”, disse o deputado durante uma sessão.
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