Política
Uma denúncia publicada pelo portal Metrópoles há dois anos, inicialmente sem revelar o nome do parlamentar, referia-se ao deputado federal Luciano Alves (PSD/PR), acusado por uma garota de programa de não pagar R$ 2,6 mil por um encontro que teria durado cerca de 24 horas. O caso ocorreu em dezembro de 2023 e, na época, a identidade do parlamentar não havia sido divulgada. O parlamentar tornou-se notícia nesta quinta-feira (26) por ter dado novo calote em uma profissional do sexo.
Segundo o relato da profissional do caso de 2023, o deputado afirmou que só poderia realizar o pagamento no dia 20 daquele mês, alegando que receberia o salário apenas nessa data e ressaltando que havia arcado com despesas durante o período em que estiveram juntos. No entanto, o valor nunca teria sido transferido.
De acordo com a entrevista concedida ao portal, o encontro aconteceu na casa da própria contratada. Ela relatou que Luciano Alves apareceu no local sem avisar previamente, e que os dois passaram o dia juntos, almoçando, circulando por Brasília e encontrando pessoas do meio político em uma boate.
A acompanhante afirmou ainda que deixou claro que cobraria pelo serviço. O deputado teria concordado em pagar, mas pediu que não falassem sobre valores durante o período em que estivessem simulando uma vida de casal, o que incluiria momentos íntimos e de convivência ao longo do dia.
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