Política
por Héber Araújo
Publicado em 23/04/2026, às 16h22
O deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) revelou, nesta quinta-feira (23), através de suas redes sociais, que esteve na sede da Polícia Científica de Alagoas para fazer um exame de DNA, que será usado em um inquérito de estupro de vulnerável. O parlamentar está sendo acusado de estupro e pedofilia, mas ele nega ter cometido os crimes.
Segundo ele, a decisão de antecipar a coleta do DNA busca acelerar a apuração do caso e provar que ele é inocente das acusações. Gaspar chegou a pedir autorização judicial para adiantar a coleta das provas.
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A denúncia contra o deputado foi apresentada à Polícia Federal por parlamentares e envolve uma menina de 13 anos. Alfredo chegou a ser chamado de “estuprador” pelo deputado Lindbergh Farias (PT) e pela senadora Soraya Thronicke (Podemos), durante a sessão de encerramento da CPMI do INSS, onde Gaspar era relator.
Após as acusações, o deputado alagoano protocolou uma representação por denúncia caluniosa contra os parlamentares. Ele ainda acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR), cobrando que o deputado petista e a senadora sejam responsabilizados pelas declarações.
“Fui acusado de forma covarde, vil e abjeta, por membros do Partido dos Trabalhadores, de algo que não pratiquei. A cortina de fumaça, justamente no dia em que pedi a prisão do filho do presidente da República. O PT age assim. Quem tem a verdade não teme absolutamente nada”, disse o deputado na publicação.
“O crime que praticaram contra mim foi vil, mas a verdade é soberana e eu só quero Justiça”, completou.
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