Política
Apesar da promessa de Arthur Lira (PP-AL) de aprovar o projeto que prevê anistia aos condenados pelos atos golpistas do dia 8 de janeiro até o fim do seu mandato como presidente da Câmara, deputados acreditam que o projeto vai acabar no “limbo”. A informação é da coluna de Igor Gadelha, no portal Metrópoles.
Na última terça-feira (29), Lira decidiu uma comissão especial para debater o texto. Nos bastidores, deputados avaliam que o presidente da Câmara usa essa estratégia para escantear propostas polêmicas que acabam não avançando.
Entre os projetos lembrados por parlamentares é o projeto de lei que proíbe o aborto após a 22ª semana de gestão, mesmo em casos de estupro e de risco de vida para a mãe. Em junho deste ano, após reação da sociedade civil contra o texto, Lira tirou o projeto do plenário e prometeu instalar uma comissão sobre o tema, o que ainda não aconteceu.
Eleição para a presidência da Câmara
A decisão de Lira de criar uma comissão especial para analisar os condenados pelos atos golpistas do dia 8 de janeiro é vista como uma ajuda ao seu à presidência da Câmara em 2025, Hugo Motta (Republicanos-PB).
Além de atrasar a tramitação do projeto, Lira tirou o tema do debate no momento em que os partidos definem que candidatos apoiarão na disputa pela presidência da Câmara.
Para evitar problemas com a bancada do PL, Lira discutiu o futuro do projeto com integrantes da cúpula do partido, como Valdemar Costa Neto, atual presidente da sigla, e Jair Bolsonaro.
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