Política
A defensora pública Patrícia Bettin Chaves afirmou na Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura fraudes no INSS que a Defensoria Pública da União (DPU) já atuava desde 2024 contra descontos irregulares em benefícios previdenciários muito antes da deflagração da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, realizada em abril deste ano. O primeiro dia de oitivas do colegiado aconteceu nesta quinta-feira (28).
Em sua fala, Patrícia destacou que o tema era recorrente nas discussões do Grupo de Trabalho Interinstitucional (GTI), formado por órgãos de fiscalização e de controle. “A pauta permanente deste GTI eram os descontos associativos e, muitas vezes, também empréstimos consignados. A Defensoria identificava, nos atendimentos diretos e itinerantes, que muitos desses descontos não eram autorizados pelo segurado”, afirmou.
A ação foi deflagrada pela PF para investigar esquemas de fraudes que resultavam em cobranças indevidas em aposentadorias e pensões, envolvendo associações e sindicatos suspeitos de aplicar golpes em segurados. O colegiado pretende concluir as investigações em até 180 dias, mirando em integrantes dos governos Dilma, Temer, Bolsonaro e Lula.
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