Política
Publicado em 24/08/2024, às 14h42 Redação
O diretor-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Antônio Barra Torres, respondeu às críticas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre a demora do órgão para liberar medicamentos no país. Em nota, publicada na sexta-feira (24), foi informado que há escassez de funcionários para dar celeridade ao processo.
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No comunicado, Barra Torres alegou que foi informado ao governo federal sobre a falta de servidores na Anvisa, fator que tem causado impacto direto na agilidade dos processos. O diretor-presidente classificou a declaração de Lula como “entristecedora, agressiva e aviltante".
Barra Torres salienta ainda que, desde as eleições de 2022, a Anvisa já enviou cerca de 26 ofícios ao governo federal, onde foi detalhado a falta de pessoas e que já participou de reuniões com ministros para falar sobre o tema.
"Com o número insuficiente de trabalhadores e com tarefas que só fazem crescer, o tempo para realização de tais tarefas só pode se tornar mais longo", cravou.
Durante a cerimônia de inauguração de uma fábrica da EMS em Hortolândia (SP), Lula afirmou não ser possível “o povo não poder comprar remédio porque a Anvisa não o libera”.
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