Política

Dono de uma das maiores empresas do Brasil e do mundo viajou à Venezuela para tentar convencer Maduro a renunciar

Marcelo Camargo/Agência Brasil e Casa Branca
O objetivo era convencer Maduro a aceitar o pedido de Trump: renunciar  |   Bnews - Divulgação Marcelo Camargo/Agência Brasil e Casa Branca
Rebeca Santos

por Rebeca Santos

Publicado em 04/12/2025, às 11h40



Joesley Batista, um dos donos da JBS, está agindo por conta própria como uma espécie de “pombo-correio” para tentar acalmar a tensão entre o governo de Donald Trump e o regime de Nicolás Maduro na Venezuela.

Na semana passada, ele viajou a Caracas e se reuniu com Maduro no dia 23 de novembro. O objetivo era convencer o presidente venezuelano a aceitar o pedido de Trump: renunciar e permitir uma transição pacífica de poder.

Isso aconteceu logo depois que Trump pediu  que Maduro saísse do país.

“Joesley Batista não é representante de nenhum governo”, disse a J&F, holding da família Batista, em comunicado. A empresa não fez mais comentários.

Segundo informações da Folha de São Paulo, a Casa Branca não quis comentar o caso. O Ministério da Informação da Venezuela e o gabinete da vice-presidente Delcy Rodríguez também não responderam aos pedidos de comentário.

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