Política
O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL/SP) se pronunciou nesta segunda-feira (5) sobre a prisão do Nicolás Maduro e reforçou tese defendida pelo secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, sobre como o ex-ditador é visto pelo governo de Donald Trump. Eduardo disse que Maduro é considerado um "traficante comum" e que a operação se justificou pela classificação do Cartel de Los Soles como grupo terrorista.
"É o que tenho dito. Os EUA consideram Maduro um traficante comum, mas agora que são considerados terroristas aumentam os mecanismos para levá-lo à justiça americana. Este é um dos principais motivos também para Lula não reconhecer CV e PCC como grupos terroristas, pois Lula teme o que eles podem delatar", comentou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.
O ex-deputado ainda citou a atuação de Marco Rubio. "Há décadas, o secretario Marco Rubio, estuda este assunto, esperou mais de 15 anos pela oportunidade que está tendo agora como Secretário de Estado de Donald Trump e não vai desperdiçá-la", comentou.
O ex-parlamentar disse que o Brasil deve também classificar grupos como o Comando Vermelho e o PCC como organizações terroristas. "Com a eleição de Flávio Bolsonaro, o Brasil seguirá estes passos no combate ao narcoterrorismo e afastará de vez as chances do Brasil virar uma narcoditadura como a Venezuela de Maduro", escreveu no X.
É o que tenho dito. Os EUA consideram Maduro um traficante comum, mas agora que são no onsideraods terroristas aumentam os mecanismos para levá-lo à justiça americana.
— Eduardo Bolsonaro🇧🇷 (@BolsonaroSP) January 5, 2026
Este é um dos principais motivos também para Lula não reconhecer CV e PCC como grupos terroristas, pois Lula… pic.twitter.com/vSxoXz2cZZ
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