Política
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) emitiu uma nota de repúdio às falas que vinculam o homem-bomba de Brasília ao seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). No texto, o parlamentar alega que as declarações atrapalham o avanço do PL da Anistia na Câmara.
No comunicado, o filho “03” de Jair Bolsonaro alega que o homem que atirou explosivos contra o Supremo Tribunal Federal (STF) apresentava “distúrbios mentais”.
“O responsável pelo incidente teve uma candidatura mal sucedida em 2020, por uma chapa composta pelo PDT e PL, em um período no qual o presidente Bolsonaro sequer estava filiado ao PL. A tentativa de instrumentalização de uma tragédia desta magnitude pela esquerda para fins políticos revela uma preocupante falência moral, evidenciando a falta de compaixão daqueles que, mesmo diante de um indivíduo com claros distúrbios mentais que tragicamente tirou a própria vida, optam por explorar o incidente para alcançar seus objetivos políticos e tentar justificar perseguições e abusos contra a oposição”, diz o comunicado assinado por Eduardo Bolsonaro.
O caso ocorreu na quarta-feira (13). De acordo com a polícia, o homem, identificado como Francisco Wanderley, responsável pelo atentado, tinha como objetivo assassinar ministros da Corte, sendo o principal alvo Alexandre de Moraes.
Autoridades encontraram no trailer alugado por Wanderley um boné com o slogan da campanha presidencial de Jair Bolsonaro de 2022. Em 2020, Wanderley, conhecido como Tiü França, candidatou-se a vereador da cidade de Rio do Sul (SC), mas não conseguiu se eleger.
Em publicações nas redes sociais, Wanderley chegou a fazer referências ao ataque.
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