Política

Eduardo Bolsonaro nega ameaças a Alcolumbre e Motta e volta a atacar Moraes: "O dono do morro"

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Em resposta a críticas, Eduardo Bolsonaro destaca que advertências não teriam efeito sobre suas ações políticas.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / YouTube
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 16/08/2025, às 18h53



O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) utilizou as redes sociais neste sábado (16) para negar que tenha ameaçado os presidentes da Câmara, Hugo Motta (Republicanos) e do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil). 

"Não ameacei Davi Alcolumbre e nem Hugo Motta (...) E como poderia ameaçar se quem aplica sanções — que sim apoio — são Donald Trump, o secretário (de Estado) Marco Rubio e o secretário (do Tesouro) Scott Bessent?", questionou Eduardo Bolsonaro em seu perfil no X.

"Ninguém me advertiu e se o tivessem feito seria inócuo. Moraes já me forçou ao exílio, congelou minhas contas bancárias e até da minha esposa. Sério que alguém acha que advertência, para eu parar o que estou fazendo e botar o Brasil de volta no trilho da Venezuela, seria efetivo?", escreveu o deputado.

Os rumores de que o filho 03 de Jair Bolsonaro (PL) estaria ameaçando Motta e Alcolumbre surgiu após dizer, em entrevista à BBC, na última quarta-feira (13). Na oportunidade, Eduardo comentava sobre a decisão dos presidentes da Câmara e do Senado de não pautar a anistia para os golpistas do 8 de Janeiro.

Novas críticas a Moraes

Ainda na publicação, Eduardo Bolsonaro fez novas críticas ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes,  a quem comparou ao chefe do tráfico de um morro.

"Matar o mensageiro" (referindo-se à possibilidade de sanções a Motta e Alcolumbre) é modus operandi do crime organizado, que o faz para proteger o dono do morro — no caso de Brasília, Alexandre de Moraes. Digam o que estou fazendo de errado", disse o parlamentar.

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