Política

Eduardo Bolsonaro pode ficar com “nome sujo” após ser incluído em lista de devedores

Edilson Rodrigues/Agência Senado
Parlamentar deve R$ 13,9 mil e pode ser incluído em cadastro de inadimplentes por não pagamento.  |   Bnews - Divulgação Edilson Rodrigues/Agência Senado
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 19/11/2025, às 17h32 - Atualizado às 17h32



O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) foi incluído na terça-feira (18) na Dívida Pública da União. A decisão foi tomada pela Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), a pedido da Câmara dos Deputados.

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O parlamentar deve cerca de R$ 13,9 mil à Casa Legislativa pelas faltas não justificadas em votações. Eduardo chegou a ser notificado sobre o débito em agosto, e o boleto tinha vencimento em setembro, mas não houve pagamento.

Com isso, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) pode ficar com o “nome sujo” em órgãos de proteção do crédito e ser incluído no cadastro federal de inadimplentes.

Fora do país

Eleito deputado federal por São Paulo, Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde fevereiro, onde tenta exercer o seu mandato e não justifica suas faltas desde agosto, quando venceu sua licença parlamentar.

De acordo com a regra interna da Câmara, faltas sem justificativa podem causar um desconto no salário de um deputado. O valor cobrado de Eduardo é referente às faltas registradas em março, quando ele já estava fora do Brasil e não estava em licença. 

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