Política
O vice-governador da Bahia e pré-candidato à Prefeitura de Salvador, Geraldo Júnior (MDB), comentou sobre o apoio do PT ao seu nome nas eleições municipais de 2024 e, quanto às especulações de que parte do partido teria resistência à sua candidatura, ele afimou que "a oposição tenta estimular uma situação que não prospera". O PT indicou Fabya Reis como pré-candidata a vice de Geraldo Júnior.
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"Eu quero agradecer ao Partido dos Trabalhadores desde o primeiro momento que me receberam em 2022. Tanto o meu partido, o MDB, quando eu, fomos extremamente bem recebidos em 2022. Tanto é que, no Brasil, União e Reconstrução deu o presidente Lula e aqui na Bahia Jerônimo e Geraldinho. A minha relação com o partido dos trabalhadores é a melhor possível, a gente sempre agradece aos grandes intelocutores desse grupo político. A gente fala do governador Jerônimo Rodrigues, nós falamos do senador Jaques Wagner, do ministro Rui Costa, do senador Otto Alencar, do senador Ângelo Coronel, e as vezes a gente esquece de quem tá nos bastidores. O meu agradecimento ao Partidos dos Trabalhadores se dá por duas figuras de representação: o presidente estadual do Partidos dos Trabalhadores, o Eden Valadares, e a presidente municipal do diretório municipal, a presidente Cema. Fui recebido com maestria. A oposição tenta estimular uma situação que não prospera, não prevalece. O maior resultado disso é receber dois dias aqui na Bahia e em Salvador a figura do líder político maior do nosso projeto político, que é o presidente Luiz Inácio Lula da Silva", disse Geraldo Junior à Bahia FM nesta sexta-feira (12).
O pré-candidato afirmou ainda que a disputa em Salvador polarizou entre ele e o prefeito Bruno Reis (União), que, segundo Geraldo, tem o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
"Salvador agora há uma definição. Eu tô vendo aqui uma sequência de entrevistas com outros pré-candidatos. Respeitando todos os outros pré-candidatos, mas polarizou a disputa aqui em Salvador. Temos aqui a disputa do meu nome com o apoio do presidente do Lula e do governador Jerônimo Rodrigues e tem a disputa do atual prefeito da cidade com o ex-presidente da república, Jair Bolsonaro. Bem dividido. Tá bem claro. Em 2022 eles não fizeram isso e nós ganhamos as eleições", afirmou.
Geraldo Júnior também comentou sobre a possibilidade da ausência do ex-governador Rui Costa (PT) em sua campanha.
"A relação com o ministro Rui Costa, ele foi um dos responsáveis da interlocução, junto com o senador Jaques Wagner, pra que eu viesse a participar desse grupo político em 2022. Nossa relação é pretérita. Eu fui um dos nomes da interlocução jurídica da Agência de Fomento do Estado da Bahia antes mesmo de ser vereador. O ministro Rui Costa, não tem um só dia que nós não venhamos a nos falar por telefone. Ele está em um projeto maior, que é ser ministro da Casa Civil. Ele faz a interlocução com os outros ministérios. Tenho certeza que quando precisar fisicamente da presença do ministro, eu vou contar. Mas posso fazer isso de forma digital, por telefone, por mensagem, por orientação. O que rotineiramente faço. Tenho nele uma relação de amizade, uma relação de confiança, garantiu o pré-candidato.
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