Política

Eleições: Quinho Tigre marca presença ao Carnaval de Salvador ao lado de Rui Costa em meio a articulações com ACM Neto

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Com forte presença no Sudoeste baiano, Quinho Tigre é visto como uma liderança importante nas articulações para disputa eleitoral  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Redação BNews com informações de Henrique Brinco

por Redação BNews com informações de Henrique Brinco

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Publicado em 13/02/2026, às 05h53 - Atualizado às 05h55



Aliado histórico do ministro da Casa Civil, Rui Costa (PT), e ex-presidente da União dos Prefeitos da Bahia (UPB), o ex-prefeito de Belo Campo, Quinho Tigre (PSD), voltou ao centro das articulações políticas nesta quinta-feira (13), durante a abertura oficial do Carnaval de Salvador.

Em meio às especulações de que pode integrar como vice uma eventual chapa encabeçada pelo ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo governo do estado, Quinho marcou presença na folia ao lado de Rui Costa. A imagem, registrada em um dos principais camarotes do circuito, foi interpretada por aliados como um gesto público de alinhamento com a base governista.

Nos últimos meses, o nome de Quinho passou a ser ventilado como possível opção da oposição para compor a chapa majoritária. O próprio ex-prefeito admite que mantém diálogo frequente com Neto e com o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), mas tem evitado tratar o tema como definição.

A presença ao lado de Rui ocorre em um momento delicado das articulações para 2026. O PSD, partido de Quinho, integra a base do governo estadual. No Sudoeste baiano, onde concentra sua força política, ele é considerado uma das principais lideranças da legenda.

Quinho ganhou projeção estadual ao comandar a UPB, período em que ampliou a interlocução com prefeitos de diferentes partidos e consolidou capital político no interior. Em novembro do ano passado, ele já havia se reunido com Jerônimo e Rui Costa, quando reafirmou apoio à gestão estadual. Na ocasião, declarou que seguiria “trabalhando pela Bahia e pelo Brasil”.

Apesar dos sinais públicos de proximidade com o governo, interlocutores afirmam que as conversas no campo da oposição não foram encerradas. 

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