Política

Erika Hilton surpreende ao declarar patrimônio menor que o de 2022

Lula Marques/ Agência Brasil
Patrimônio declarado por Erika neste ano é 20% menor do que ela declarou em 2026  |   Bnews - Divulgação Lula Marques/ Agência Brasil
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 07/08/2026, às 19h09 - Atualizado às 19h11



A deputada federal e candidata à reeleição Erika Hilton (PSOL) declarou possuir um patrimônio menor do que o declarado em 2026. A declaração de bens faz parte do processo eleitoral exigido pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e está disponível no sistema de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais (DivulgaCand).

Conforme os dados apresentados pela parlamentar ao TSE, Erika possui R$15.975,73 de patrimônio. Conforme o detalhamento, os recursos da deputada estão divididos entre um saldo na conta corrente, onde ela possui R$13.602,14, e o restante dividido entre aplicações de renda fixa no Nubank.

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O valor causou uma estranheza, visto que em 2022, quando foi eleita deputada federal por São Paulo, a parlamentar possui R$19.989,96 de patrimônio, sendo este valor aplicado em uma renda fixa. Já em 2020, quando foi eleita vereadora da cidade de São Paulo, declarou não haver bens.

Segundo dados da transparência da Câmara de Deputados, Erika recebe um salário mensal de R$46.366,19 como deputada federal. O valor em questão é o recebimento bruto de cada parlamentar, com os descontos obrigatórios o valor chega a R$33.807,87.

Além disso, a parlamentar recebe ainda R$4.253,00 mensal referente ao auxílio-moradia, visto que ela não usa nenhum dos imóveis funcionais para parlamentares que são fornecidos pela Câmara de Deputados em Brasília.

Nas redes sociais, a parlamentar celebrou a sua candidatura à reeleição para deputada federal, onde levanta a bandeira em defesa das mulheres trabalhadoras e da comunidade trans. “Quero estar nas ruas pela história que eu quero continuar escrevendo. Uma história de sucesso e progresso para todas as pessoas. Para a classe trabalhadora, para as mulheres, para a população negra, para a comunidade LGBTQIA+ e por todas as pessoas marginalizadas por esse sistema exploratório e excludente”, escreveu.

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