Política

Escândalo do Banco Master ganha contornos criminais e faz STF reforçar segurança de ministro

Fábio Pozzebom/Agência Brasil
A Turma, grupo ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro, monitorava e intimidava críticos, incluindo jornalistas e opositores do banco.  |   Bnews - Divulgação Fábio Pozzebom/Agência Brasil
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 06/03/2026, às 17h02 - Atualizado às 17h02



As investigações sobre as fraudes envolvendo o Banco Master fizeram com que o Supremo Tribunal Federal (STF) precisasse adotar medidas de precaução. O ministro André Mendonça, relator do caso, passou a andar com colete à prova de balas. As informações são da revista Veja.

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De acordo com a publicação, a medida foi adotada depois que as investigações contra o dono do Master, o banqueiro Daniel Vorcaro, avançaram e que foi descoberto um núcleo violento ligado ao empresário.

O grupo, batizado como apelidado de “A Turma", seria responsável por monitorar e intimidar pessoas consideradas críticas ao Banco Master. A equipe coletou dados confidenciais e atuou em estratégias de pressão contra jornalistas e outros críticos do banco. Segundo as investigações, Vorcaro chegou a discutir a possibilidade de agredir o jornalista Lauro Jardim, colunista do jornal O Globo, simulando um assalto.

O entendimento é de que, depois que as investigações apontaram para existência do grupo, o caso deixou de ser apenas um escândalo financeiro e “passou a apresentar características de atuação criminosa organizada”. Com isso, o STF passou a adotar protocolos mais rígidos de proteção a André Mendonça.

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