Política
A resposta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à repórter da TV Globo Raquel Krähenbühl de que o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode ligar para ele quando quiser reacendeu a expectativa de uma conversa entre os dois mandatários para resolver o impasse em relação ao tarifaço, assinado em ordem executiva, na última quarta-feira (30).
Apesar da sinalização positiva de Trump, ainda não há uma ligação ou reunião marcada entre eles. O Palácio do Itamaraty vê com cautela a fala de Trump e avalia se há uma abertura de fato para esse diálogo direto acontecer.
O encontro entre os dois presidentes não ocorrerá de forma improvisada. Segundo diplomatas brasileiros ouvidos pelo portal G1, uma reunião entre eles exige preparação das equipes, definição de agenda e alinhamento de tom. Durante evento do PT, Lula afirmou que há "limites" na briga com o governo americano.
O governo tem que fazer aquilo que ele tem que fazer. Por exemplo, nessa briga que a gente está fazendo agora, com a taxação dos Estados Unidos, eu tenho um limite de briga com o governo americano. Eu não posso falar tudo que eu acho que eu devo falar, eu tenho que falar o que é possível falar, porque eu acho que nós temos que falar aquilo que é necessário", afirmou o petista.
"Nós não queremos confusão. Então, quem quiser confusão conosco, pode saber que nós não queremos brigar. Agora não pensem que nós temos medo. Não pensem. O que nós queremos, nós estamos trabalhando, nós vamos ajudar as nossas empresas, nós vamos defender os nossos trabalhadores e vamos dizer o seguinte, quando quiser negociar, as propostas estão na mesa", acrescentou.
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