Política
A indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunall Federal (STF) mobilizou não apenas atores do mundo político em Brasília, mas também o mundo empresarial. É o caso da A Rede D’Or, um dos maiores grupos do setor de Saúde brasileiro, que trabalhou para angariar os votos necessários para o advogado-geral da União (AGU) assumir a cadeira deixada por Luís Roberto Barroso. Infelizmente, a vitória não possível e o nome de Messias foi rejeitado por 42 a 34 no Senado Federal.
Segundo o portal O Brasilianista, a Rede D’Or ajudou a campanha de Jorge Messias a mapear os votos favoráveis e contrários . O grupo também tentou convencer senadores indecisos e contrários à indicação do AGU para o STF.
A presença da Rede D’Or em Brasília está calcificada, inclusive no Judiciário. Não são poucos os eventos promovidos ou patrocinados pelo grupo do setor de saúde. Muitos desses encontros temáticos servem para discutir o impacto do número de processos na Justiça nas contas dos planos de saúde.
As empresas do setor creditam ao Judiciário parte dos problemas financeiros que alegam ter. Dizem que decisões judiciais obrigando o custeio de determinados remédios e tratamentos, principalmente os relacionados a transtornos do espectro autista, afetam o equílibrio financeiro.
O presidente Lula já afirmou a aliados que indicará novamente Messias ao STF, principalmente após o Caso Master emparedar Ciro Nogueira e assustar Davi Alcolumbre. Quando o Senado recusou a indicação do nome do AGU, sobraram comentários sobre a influência da investigação sobre o Banco Master na votação.
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