Política
O deputado Paulo Magalhães (PSD-BA) mostrou uma mudança de opinião em relação à cassação de colegas na Câmara Federal. Em agosto de 2024, ele foi o único titular do Conselho de Ética a se abster na votação do relatório que pedia a cassação de Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).
Segundo o colunista Bernardo Mello Franco do jornal O Globo, quando sobre os motivos de sua abstenção, Magalhães disse que não se sentia à vontade de votar pela cassação de um colega. Brazão já estava preso sob acusação de mandar matar a vereadora Marielle Franco. O parecer pela cassação do mandato foi aprovado por 15 votos a 1.
Já nesta quarta-feira (2), ele anunciou o seu relatório a favor da cassação do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ). Afirmou que Braga quebrou o decoro parlamentar ao agredir um militante do MBL que havia xingado sua mãe em visita à Câmara.
O relator baiano também criticou a agressividade de Glauber em outros episódios, como embates com Arthur Lira (PP-AL), a quem chamou de "bandido".
O deputado Chico Alencar (PSOL-RJ) pediu vistas do processo, adiando a decisão por dois dias úteis. O Conselho deve retomar a votação na próxima semana.
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