Política

Filho de Bolsonaro revela estado de saúde do ex-presidente: “Intermináveis crises de soluço e vômitos”

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Em postagem, Carlos classifica a prisão domiciliar do pai como ilegal e desumana, expressando sua preocupação com a saúde dele.  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Redes Sociais
Daniel Serrano

por Daniel Serrano

daniel.serrano@bnews.com.br

Publicado em 30/08/2025, às 12h13 - Atualizado às 12h13



O vereador do Rio de Janeiro Carlos Bolsonaro (PL-RJ) usou o seu perfil no X (antigo Twitter) para comentar sobre a visita que fez ao pai,  Jair Bolsonaro (PL-SP), nessa sexta-feira (29). O ex-presidente está em prisão domiciliar desde o dia 4 de agosto. 

Na publicação, Carlos revelou que o ex-presidente está emagrecendo por estar com "vontade de se alimentar", além de enfrentar "intermináveis crises de soluço e vômitos".

“O velho está magro, não tem vontade de se alimentar e segue enfrentando intermináveis crises de soluço e vômitos. Dói demais ver tudo isso, mas sinto como obrigação compartilhar um pouco da realidade do momento com todos que estão sofrendo junto conosco”, escreveu Carlos, que ainda classificou a prisão domiciliar do pai como “ilegal e desumana”.

“Estava com saudade de visitar meu pai, mesmo tendo passado apenas uma semana desde a última vez. Hoje tive novamente a oportunidade de estar com ele em sua prisão domiciliar ilegal e desumana, ficando um pouco ao seu lado – às vezes conversando, às vezes apenas em silêncio”, diz o vereador.

Jair Bolsonaro está em prisão domiciliar por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. O ex-presidente e o filho, deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), são suspeitos de atrapalhar o andamento da ação penal da trama golpista.

Bolsonaro é réu no processo e é acusado de cinco crimes, entre eles abolição violenta do Estado Democrático de Direito. O julgamento do ex-presidente começa na próxima terça-feira (2), junto com outros sete réus do chamado núcleo crucial da suposta trama golpista.

Além de Bolsonaro, também serão julgados: o réu colaborador, tenente-coronel Mauro Cid; o deputado federal Alexandre Ramagem; o almirante Almir Garnier; o ex-ministro da Justiça Anderson Torres; e os generais Augusto Heleno, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto.

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