Política
Publicado em 11/09/2024, às 20h53 Redação
O vereador Carlos Bolsonaro não foi um dos alvos da denúncia de rachadinha que o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresentou à Justiça na última quinta-feira (5). O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também era alvo de investigação, mas se livrou da denúncia.
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Porém, sete funcionários do seu gabinete na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro foram denunciados: Juciara da Conceição Raimundo Cunha, Regina Célia Sobral Fernandes, Andrea Cristina da Cruz Martins, Jorge Luiz Fernandes, Thiago Medeiros da Silva, José Francisco dos Santos e Alexander Florindo Baptista Júnior. As informações são da coluna de Guilherme Amado, do portal Metrópoles.
De acordo com a publicação, o MP do Rio pede o arquivamento dos demais investigados, entre eles Carlos Bolsonaro e mais 19 assessores. Em maio de 2022, o órgão pediu a quebra de sigilo do vereador e mais 26 funcionários e empresas ligadas ao gabinete na Câmara Municipal do Rio.
O MP do Rio afirmou à Justiça que “não se demonstrou qualquer circulação de valores” para as contas ou pagamentos de Carlos Bolsonaro.
Além de Carluxo, foi livrada também sua madrasta, Ana Cristina Valle, que também era apontada como parte do esquema de rachadinha que acontecia no gabinete do vereador.
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