Política
A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (2), a quinta fase da Operação Unha e Carne, que apura a relação de agentes públicos com o Comando Vermelho. A operação foi motivada por listas apreendidas de Adilsinho, chefe da nova direção do jogo do bicho no Rio de Janeiro, que indicariam registros de pagamento de propina a políticos, doações eleitorais e lavagem de dinheiro do crime organizado.
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A coorporação investiga indícios de um esquema criminoso e possíveis repasses a integrantes dos Poderes Executivo e Legislativo do Estado do Rio. Na ação, os agentes cumprem três mandados de prisão preventiva e 14 de busca e apreensão. Entre os alvos estão o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) Rodrigo Bacellar e o contraventor Adilsinho, ambos já presos. O pastor Márcio Poncio foi preso pela manhã em um hotel na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro.
A PF também teve como alvo Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sérgio Cabral. Contra ele foram cumpridos mandados de busca e apreensão.
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Advogado, ex-deputado federal e ex-secretário estadual de Esporte do Rio de Janeiro durante o governo de Luiz Fernando Pezão, Cabral foi filiado ao MDB por 18 anos, partido pelo qual iniciou sua trajetória política. Ele é pré-candidato para uma vaga na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) pelo Solidariedade. Marco Antônio Cabral também ocupou cargo na assessoria da Presidência da Alerj, na gestão de Bacellar, onde atuou na interlocução com prefeitos e vereadores.
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