Política
A disputa por espaço político na direita aumentou após a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL-RJ). Os filhos dele resistem ao nome da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro como sucessora do pai e buscam ser os seus interlocutores.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes autorizou que filhos e netos façam visitas a Bolsonaro sem necessidade de autorização da Justiça, o que facilitaria a interlocução. O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) tem sido a principal voz da família em Brasília.
Eu não vejo muito o perfil da Michelle para isso. Ela não fala muito com a imprensa, não gosta de dar entrevista. Todos os parlamentares que estão aqui podem ser porta-vozes", disse Flávio ao O Globo.
O deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) continua como articulador internacional da família nos Estados Unidos. Lá, ele tem buscado apoio externo para fazer pressão às autoridades brasileiras. Já Carlos Bolsonaro e Jair Renan estão mais reservados.
O senador Flávio Bolsonaro, na ausência do Eduardo, que espero ser momentânea, assume a articulação da família no Congresso Nacional. Ele, como político moderado, é capaz de fazer essa articulação e, independente dos laços familiares, representa os nossos valores ", disse o senador Carlos Portinho (PL-RJ).
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF) é um das que defendem o nome de Michelle. "Ela se tornou voz de um movimento de direita forte e determinado a enfrentar injustiças e perseguições", disse Damares.
Bia Kicis (PL-DF) também defende que a ex-primeira-dama seja a porta-voz do marido. "No momento, é a pessoa que pode falar com ele o tempo inteiro. Então, claro, é porta-voz", disse.
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