Política

Flávio Bolsonaro propõe acordo comercial com EUA e diz que Lula “lambe as botas da China”

Agência Brasil
Senador afirmou que vai defender programa de livre comércio com governo dos EUA  |   Bnews - Divulgação Agência Brasil
Héber Araújo

por Héber Araújo

Publicado em 08/07/2026, às 14h43



O senador Flávio Bolsonaro (PL) realizou, nesta quarta-feira (8), uma live no seu canal do Youtube, onde afirmou que vai propor ao presidente dos EUA uma zona de livre comércio nas Américas. O pré-candidato a presidente do Brasil ainda criticou o presidente Lula (PT), ao dizer que o petista é um lambe-botas da China.

A declaração ocorre um dias após o presidenciável participar de uma audiência pública nos EUA contra a aplicação de tarifas de 25% aos produtos brasileiros. A novas tarifas foram propostas, pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR), após uma investigação comercial contra o Brasil.

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“Vim proteger o Brasil das tarifas e também do Lula. Todo mundo tá vendo o vexame que o Lula tá sendo na arena internacional, alguém que a todo momento ataca os Estados Unidos, faz questão de dizer que é antiamericano [...] Ele faz uma coisa que eu não faço, ele coloca a ideologia acima dos interesse do povo brasileiro”, declarou.

Flávio ainda completou declarando que Lula “a todo momento lambe as botas da China e taca pedra nos EUA”

Conforme afirmou o senador, segundo informações de bastidores que obteve, é que as tarifas propostas pelo USTR serão efetivamente aplicadas pelo governo. Em outro momento, Flávio afirmou que vai defender, junto com representantes do governo Donald Trump,  a criação de uma zona de livre comércio nas Américas.

A proposta do senador faz referência a Área de Livre Comércio das Américas (ALCA), proposta essa que foi criada pelos EUA em 1994. O objetivo era reunir todos os países da América, exceto Cuba, e eliminar barreiras alfandegárias e integrar comercialmente 34 nações

“A gente pode cortar essa letrinha N e passar a usar o Afta —o Acordo de Livre Comércio das Américas. Aonde o Brasil pode sim incluir. As nossas economias, EUA e Brasil, são complementares. A gente tem uma avenida de oportunidade para trazer investimentos americanos para cá”, declarou.

Classificação Indicativa: Livre

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