Política
Publicado em 21/08/2024, às 09h31 Cadastrado por Marco Dias
O ex-deputado Alexandre Frota acusou o ex-servidor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Eduardo Tagliaferro, de ser o responsável pelo vazamento de mensagens divulgadas em uma reportagem da Folha de S.Paulo.
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As mensagens, trocadas entre assessores de Alexandre de Moraes, mencionam supostamente um pedido de Frota para bloquear as contas do cantor gospel Davi Sacer, acusado de incentivar atos violentos contra o Supremo Tribunal Federal (STF).
O ex-parlamentar, no entanto, nega a acusação e desafia Tagliaferro a apresentar qualquer prova de sua participação no caso. A informação é do portal Metrópoles.
Estou desafiando Tagliaferro a apresentar um áudio, mensagem ou vídeo meu solicitando bloqueio de conta de um cantor gospel de quem eu nunca ouvi falar. De onde ele tirou isso?”, disse Frota, por meio de mensagem no WhatsApp.
Segundo Frota, Eduardo Tagliaferro, que era perito em crimes cibernéticos, teria vazado as mensagens após ser demitido do TSE em maio de 2023, em decorrência de uma denúncia de violência doméstica.
O ex-deputado também questionou a veracidade das alegações, afirmando nunca ter solicitado o bloqueio de contas de Davi Sacer ou de qualquer outro artista. Em relação ao envolvimento de Airton Vieira, juiz auxiliar e chefe de gabinete de Moraes, Frota disse que só esteve com ele uma vez, durante a CPMI das Fake News, em 2019.
Se foi o doutor Airton quem disse, então que o doutor Airton se posicione. Ele está até hoje no gabinete do ministro [Moraes]. Nosso trabalho se deu no âmbito da CPMI das Fake News, com autorização judicial. Investigamos e descobrimos muita coisa naquela época [em 2019]”, declarou Frota.
Alexandre Frota também reagiu às críticas da família Bolsonaro, que o apelidou de "jagunço de Moraes" após a divulgação das conversas. O ex-deputado afirmou ter sido alvo de perseguições e ameaças dos Bolsonaro por não ter aceitado participar do que chamou de "conluio de corrupção" da família.
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