Política

“Fujão”, “se borrou todo”, “falta de caráter”: Lula detona Bolsonaro

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Petista criticou ex-presidente por causa da acusação de golpe de Estado e do alinhamento aos EUA  |   Bnews - Divulgação Reprodução / Youtube
Redação

por Redação

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Publicado em 24/07/2025, às 16h51



O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) provocou o seu antecessor no cargo, Jair Bolsonaro (PL), nesta quinta-feira (24), em Minas Gerais, durante cerimônia de anúncio de novos investimentos na área de educação indígena e quilombola, por meio do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

Lula reclamou do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que está nos Estados Unidos desde fevereiro para articular sanções da Casa Branca contra autoridades brasileiras. 

O governo, parte expressiva do Centrão e empresários culpam o parlamentar e o pai pela tarifa de 50% imposta a produtos brasileiros pelo presidente dos EUA, Donald Trump, como forma pressionar contra os inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) contra o aliado.

O mandatário chamou Bolsonaro de “fujão” e afirmou que o ex-presidente da República “se borrou todo” após ser derrotado na eleição de 2022. 

“O filho do Bolsonaro, do fujão… Nem sei como aquele cara chegou a ser tenente do Exército, porque se borrou todo, perdeu as eleições ficou dentro de casa chorando, [dizendo] ‘não podemos deixar esse Lula tomar posse’ e preparou um golpe. Nós ficamos sabendo, a policia investigou, eles mesmo se delataram, ele mesmo foi denunciado e ele vai, se Justiça decidir com base dos autos do processo, para o xilindró”, provocou Lula.

“[Bolsonaro] Fez as bobagens que fez, mandou o filho dele sair de deputado federal para ir para Washington pedir para que o presidente Trump intervenha no Brasil. É uma vergonha, uma falta de caráter. Fez as merdas que fez… Respeita o povo brasileiro. aqui tem Justiça”, reclamou Lula.

O petista ainda afirmou “tem lado” e que Bolsonaro “tentou dar um golpe” e “fugiu como rato foge”. O petista tem insistido no assunto para desgastar o ex-presidente, mas também para tentar continuar a recuperar popularidade. Pesquisas indicam melhora da avaliação do governo após o embate com o Congresso na campanha por “justiça tributária” e também pela taxação de Trump.

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